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Gato Pardo

Para quem conhece, vocês estão mais que vacinados. Vocês não conhecem isto? São maiores de idade? Trazem o vosso cartão de cidadão, boletim de vacinas e resgisto criminal? Não? Fantástico!!!

Gato Pardo

Para quem conhece, vocês estão mais que vacinados. Vocês não conhecem isto? São maiores de idade? Trazem o vosso cartão de cidadão, boletim de vacinas e resgisto criminal? Não? Fantástico!!!

Karma is a bitch, f*cker...

01.10.13publicado por Gato Pardo

Na minha vida, prefiro de longe a brutalidade da confrontação do que o sentimento morno do diz que não disse.

São escolhas. A confrontação permite desde logo saber exactamente o que a outra pessoa pensa de ti. Sem filtros. E é sem filtros que as verdades saem disparadas. A cobardia do diz que não disse é isso mesmo. Cobardia. É jogo de crianças.

Afirmo veementemente que o meu sentido de humor não é para todos. Mas daí até ter um diálogo perfeitamente banal com outra pessoa e vir a saber à posteriori que a mesma pessoa se sentiu de tal forma ofendida que sentiu necessidade de ir chorar no ombro de 300 pessoas diferentes parece-me algo descabido.

Nunca gostei de pessoas que necessitam da atenção e aceitação alheia para sobreviver. Se calhar é um defeito de carácter meu. Em bom português, não gosto de c*nas moles...

Isto faz-me lembrar algo que ocorreu uns anos atrás. Vamos transportar o contexto para um tabuleiro de xadrez para ser mais fácil a compreensão da situação. Num jogo que estava mais que perdido, alguém decidiu que era catita agarrar em todas as pessoas com laços comuns e encher-lhes a peida com um determinado tópico. As pessoas (peões, bispos de meia leca, torres de palmo e meio e cavalgaduras) aceitaram o que lhes foi dito de bom grado. Ou seja, é agradável colocar as outras pessoas a fazer o trabalho sujo enquanto alguém goza o prato.

Portanto, a minha posição mantém-se inalterada. Não alimento teatros de 5ª categoria, não piso palcos indignos da minha presença e não gasto latim com gente cagona. A palavra chave é confrontação. Vão à horta, plantem um par de tomates (Cherry não, que isso nem para amostra...) e depois venham ao meu encontro (isto se não se borrarem pelo caminho). Afinal de contas, quero saber qual foi tão grave ofensa que leva alguém a despedir-se tão cordialmente de mim. E também quero saber até onde os tomates do ser humano encolhem quando confrontados com os nomes de todas as pessoas a quem ele foi chorar o chorrilho de mentiras.

Ah,  e porque é o Dia Mundial da Música fica aqui esta...

 

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